terça-feira, 29 de maio de 2012

RECORDANDO

                                                        

Autora; Bernadete

Ó minha amiga, que saudade imensa
Daquele tempo que passei contigo
Daquelas tardes de ventura extensa,
Sob os desvelos de um sonhar amigo

A parasita do beiral suspensa,
Como encantava o nosso doce abrigo!...
A vida : um treno , primavera intensa
Santo passado como eu te bendigo!...

Hoje a casinha abandonada e triste
Talvez...eu penso que já não existe
Não mais contém aquele doce encanto

Que nos sorria no viver doutrora,
Quando o teu riso era uma doce aurora,
Doce sorriso divinal e santo!...

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