Autor
desconhecido
Se acaso pensas que eu procuro
Avivar-te amor falso e purpuro,
Tirano amor o teu.
Te enganastes homem!
Sou orgulhosa, aspiro uma vida
Luminosa, sublime como o céu
Fugistes aos meus sorrisos de ternura
Julgavas que com isto por ventura
Eu fosse me matar. Oh!
Como es tolo homem d'alma envaidecida
Eu sou hoje mais feliz em vida
Lêdo 09- 07-1946
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